Em recente participação no programa Chupim, da Rádio Metropolitana, Lene Sensitiva voltou a causar burburinho nas redes sociais e nos bastidores da política ao fazer novas previsões envolvendo o futuro do ex-presidente Jair Bolsonaro. Conhecida por declarações polêmicas e leituras espirituais que sempre rendem debate, ela não economizou nas palavras e pintou um cenário considerado por muitos como pesado, delicado e até preocupante.
Durante a entrevista, Lene afirmou que Bolsonaro poderá enfrentar um desfecho difícil nos próximos tempos, principalmente ligado a questões de saúde e ao campo jurídico. Segundo ela, o ex-presidente precisaria se cuidar mais do que nunca para conseguir suportar tudo o que ainda estaria por vir. A fala rapidamente repercutiu, ainda mais em um momento em que Bolsonaro já aparece com frequência no noticiário, seja por decisões do STF, investigações em andamento ou pelo estado de saúde que vira e mexe entra em pauta.
De acordo com a sensitiva, a parte física não pode ser ignorada. Ela disse, com todas as letras, que vê fragilidade e desgaste acumulado. “Ele vai precisar cuidar seriamente da saúde para aguentar a prisão”, afirmou, em um trecho que chamou bastante atenção. A declaração, claro, dividiu opiniões. Enquanto apoiadores minimizam e criticam, adversários políticos usam o discurso como mais um elemento simbólico do momento turbulento vivido pelo ex-presidente.
Mas o ponto que mais gerou comentários não foi exatamente a questão da prisão em si. Lene Sensitiva destacou que os maiores inimigos de Jair Bolsonaro não estariam fora do seu círculo político, mas sim muito mais perto do que se imagina. Segundo ela, pessoas que sempre caminharam ao lado do ex-presidente teriam papel decisivo em escolhas e movimentos que hoje cobram um preço alto.
“O ser humano é muito traiçoeiro, né? Quem fez tudo ali com o Bolsonaro, para ele mexer naquilo ali, não foi inimigo, não foi ninguém de fora, foi os próprios que rodeiam ele”, disse Lene, em um tom direto, quase de desabafo. A frase viralizou rapidamente e foi interpretada como um alerta sobre bastidores, acordos e articulações internas que nem sempre vêm à tona.
Na sequência, a sensitiva afirmou que esses aliados influenciaram diretamente decisões tomadas nos últimos anos, especialmente durante o período em que Bolsonaro esteve no Planalto. Para ela, muita coisa ainda será revelada e pode surpreender até quem acompanha a política de perto. “A verdade vem, demora, mas vem”, completou, sem entrar em nomes específicos, o que aumentou ainda mais a curiosidade do público.
Esse tipo de previsão surge em um contexto em que o cenário político brasileiro segue instável. Com investigações avançando, mudanças de postura de antigos aliados e figuras públicas tentando se reposicionar, a narrativa de traições internas ganha força entre analistas e comentaristas. Não são poucos os que lembram que a política, historicamente, é marcada por alianças frágeis e interesses que mudam conforme o vento.
Apesar disso, vale lembrar que declarações de Lene Sensitiva são vistas por muitos como opiniões espirituais e não fatos concretos. Ainda assim, elas costumam acertar em um ponto sensível: o clima de desconfiança e desgaste que ronda figuras centrais da política nacional. Seja por fé, curiosidade ou simples entretenimento, o público segue atento a cada nova fala.
No fim das contas, a entrevista deixou mais perguntas do que respostas. Quem seriam esses aliados citados? O que ainda pode vir à tona? E até que ponto essas previsões refletem, de alguma forma, o que já se comenta nos bastidores de Brasília? Enquanto isso, Jair Bolsonaro segue no centro das atenções, entre decisões judiciais, disputas políticas e, agora, mais uma previsão que promete render assunto por um bom tempo.