Amanda Seyfried Reflete Sobre sua Trajetória no Cinema e o Valor das Indicações
A atriz Amanda Seyfried, que está prestes a completar 40 anos, fez algumas reflexões bem interessantes sobre sua jornada no cinema até o presente momento. Em uma conversa recente com a The New Yorker, Amanda destacou um ponto que muitos podem considerar surpreendente: para ela, ganhar um Oscar, neste momento da carreira, não é o mais importante.
Ela fez uma pergunta provocativa: “Você se lembra quem ganhou nos últimos dez anos?” E a resposta é clara: a vitória não é o que realmente importa. O que realmente conta, segundo Seyfried, é a indicação. Para ela, ser nomeada para uma estatueta, mesmo que nunca tenha vencido uma, é algo que “impulsiona” um ator em seus projetos e trabalhos.
A Importância das Indicações
Durante a entrevista, Amanda foi bastante direta: “Eu preciso de uma indicação daqui uma ou duas semanas? Não, claro que não”. Essa afirmação revela uma maturidade e uma visão de longo prazo em relação à sua carreira. Seyfried está atualmente sendo cotada para uma possível indicação ao Oscar como Melhor Atriz pelo seu papel em “O Testamento de Ann Lee”. Ela reconhece que seria algo maravilhoso, mas enfatiza que não é uma necessidade. Essa visão reflete uma compreensão profunda do que significa ser um artista e a importância de se conectar com o público de maneiras que vão além dos prêmios.
A Trajetória de Amanda Seyfried
Trabalhando na televisão e no cinema desde os 15 anos, Amanda Seyfried acumula uma série de sucessos que a projetaram no cenário mundial. Filmes como “Os Miseráveis”, “Mamma Mia!” e “Querido John” são apenas alguns exemplos de sua versatilidade e talento. Em suas palavras, com toda a sua experiência, ela conseguiu “conquistar a confiança do público” para assumir papéis mais desafiadores e complexos.
A longevidade na carreira de um ator, segundo Amanda, é algo que deve ser planejado. Ela acredita que essa longevidade está intimamente relacionada a escolhas deliberadas que um artista faz ao longo de sua trajetória. Fazer arte, mesmo em meio a grandes projetos comerciais que são divertidos e financeiramente recompensadores, é uma parte crucial desse planejamento. “Sinto que já provei meu valor. Todos nós temos altos e baixos em nossas carreiras, e a forma como somos percebidos pode mudar de um dia para o outro, mas sou consistente em minhas escolhas, valores e necessidades”, compartilhou a atriz.
Um Olhar para o Futuro
Em sua reflexão, Amanda também fez uma comparação entre seus trabalhos recentes. Por um lado, há “A Criada”, que tem se saído muito bem nas bilheteiras ao redor do mundo. Por outro, ela lançou um projeto mais complexo no mesmo ano: o musical “O Testamento de Ann Lee”, que aborda a vida da fundadora de uma seita religiosa na Inglaterra do século XVIII. “Finalmente consegui unir os dois em meu coração e em minha mente e percebi que é isso que quero para o resto da minha carreira”, disse. Essa é uma afirmação poderosa, pois destaca seu desejo de transitar entre gêneros cinematográficos, alternando entre produções independentes e grandes estúdios.
Em suma, a visão de Amanda Seyfried sobre sua carreira no cinema vai além das estatuetas e prêmios. Ela valoriza a jornada, as conexões que faz e as escolhas que determina em seu caminho artístico. E isso, sem dúvida, faz dela uma artista admirável e respeitada.