Reinaldo Gottino entra ao vivo e comunica queda de avião com deputado e diversos mortos

O jornalista Reinaldo Gottino interrompeu a programação normal de seus canais digitais na tarde desta quarta-feira, 28 de janeiro, para dar uma notícia que ninguém gosta de ouvir. Em tom sério, quase sem rodeios, ele confirmou a queda de um avião que terminou em tragédia no nordeste da Colômbia. Segundo as informações iniciais, cerca de 15 pessoas perderam a vida no acidente, o que gerou comoção imediata nas redes sociais e em portais de notícia do Brasil e do exterior.

De acordo com Gottino, a confirmação oficial veio da Autoridade de Aeronáutica Civil da Colômbia, órgão responsável por investigar e fiscalizar acidentes aéreos no país. A queda não deixou sobreviventes. Estavam a bordo 13 passageiros e dois tripulantes, todos mortos. A notícia se espalhou rápido, principalmente porque o avião fazia um voo regional, algo que costuma passar despercebido até que uma tragédia dessas acontece.

A aeronave pertencia à Satena, companhia aérea estatal colombiana, e fazia o trajeto entre Cúcuta e Ocaña, ambas cidades localizadas na região de Santander. O voo era considerado curto e rotineiro, o que aumentou ainda mais a surpresa e a dor em torno do caso. Segundo relatos preliminares, o avião teria perdido contato pouco tempo depois da decolagem, mas as causas ainda estavam sendo apuradas até o fechamento desta matéria.

Um detalhe que chamou atenção desde os primeiros momentos foi a possível presença do deputado colombiano Diógenes Quintero entre as vítimas. Em um comunicado divulgado anteriormente nas redes sociais, a assessoria do parlamentar informou que não havia conseguido contato com ele nem com sua assessora, Natalia Acosta Salcedo, após o desaparecimento do voo. A informação gerou apreensão no meio político colombiano, já que Quintero é uma figura ligada ao processo de paz no país.

Ele ocupa uma cadeira no Congresso desde 2022, eleito justamente como representante desse processo, tão debatido e, muitas vezes, contestado dentro e fora da Colômbia. Seu mandato vai até 2026. Até o momento, as autoridades ainda trabalhavam na confirmação oficial da identidade de todas as vítimas, algo que costuma levar tempo em acidentes desse tipo, infelizmente.

Nas redes sociais, a reação foi imediata. Comentários de luto, indignação e até questionamentos técnicos começaram a surgir. Um usuário escreveu: “O que está acontecendo com a manutenção desses ATR? Não é normal tantos acidentes e incidentes com esses aviões”. Outro comentou pedindo conforto espiritual: “Que Deus acalme o coração das famílias em luto”. Mensagens assim se multiplicaram ao longo do dia, mostrando como esse tipo de tragédia ultrapassa fronteiras.

Nos últimos meses, acidentes aéreos, mesmo que raros, têm ganhado grande repercussão, muito por causa da velocidade da informação. Em questão de minutos, vídeos, prints e comentários já circulam em grupos de WhatsApp e no X (antigo Twitter). Isso aumenta a pressão sobre autoridades e companhias aéreas, mas também gera muita especulação, o que exige cuidado.

Reinaldo Gottino, conhecido por coberturas ao vivo e plantões inesperados, reforçou que ainda era cedo para conclusões. Ele pediu respeito às famílias das vítimas e destacou que apenas as investigações oficiais poderão apontar o que realmente causou a queda do avião. Enquanto isso, fica o sentimento de tristeza e aquela pergunta que sempre volta nesses casos: poderia ter sido evitado?

A tragédia na Colômbia serve como mais um lembrete duro de como a vida pode mudar em segundos. Um voo curto, um dia comum, e de repente tudo acaba. Para quem ficou, resta a dor, a espera por respostas e a tentativa de seguir em frente, mesmo quando parece impossível.



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