Paulo Augusto perde contrato com a Globo e prêmio milionário

O BBB 26 voltou a virar assunto principal nas redes sociais — e não foi por romance, prova mirabolante ou reviravolta estratégica. Na sexta-feira (30), a Globo confirmou a expulsão de Paulo Augusto Carvalhaes após um empurrão em Jonas Sulzbach durante a disputa do Big Fone, uma das dinâmicas mais tensas do reality. A cena foi rápida, mas suficiente para gerar polêmica, dividir opiniões e acionar, mais uma vez, o rígido protocolo de segurança do programa.

O episódio aconteceu em meio ao corre-corre típico do Big Fone. Jonas chegou primeiro, mas acabou sendo empurrado por Paulo e caiu no chão, numa ação que muitos telespectadores classificaram como desnecessária. Em poucos minutos, o vídeo já circulava no X (antigo Twitter), no Instagram e em grupos de WhatsApp, com internautas cobrando um posicionamento firme da produção. E ele veio.

Apesar de não ter sido um caso tão extremo quanto outras expulsões históricas do BBB — como agressões mais claras em edições passadas —, a Globo entendeu que houve risco à integridade física de um participante. Resultado: desclassificação imediata. Sem paredão, sem discurso longo, sem segunda chance.

Contrato encerrado e prejuízo fora da casa

Segundo informações da Folha, a emissora deve formalizar na segunda-feira (2) o encerramento definitivo do contrato de Paulo Augusto. Isso significa que o ex-brother também perde a representação comercial com a ViU, empresa responsável por intermediar contratos publicitários dos participantes enquanto ainda estão confinados.

E não para por aí. O único prêmio que Paulo havia conquistado no reality — um ano de produtos Nestlé, ganho durante uma ação no Cine BBB — também será cancelado. A regra é clara: participantes expulsos não recebem nenhum benefício, independentemente de quando o prêmio foi conquistado. Duro, mas previsto em contrato.

Nos bastidores, comenta-se que o prejuízo financeiro pode ser maior do que parece. Com o BBB ainda em alta audiência, cada semana dentro da casa costuma representar oportunidades valiosas no pós-programa. No caso de Paulo, tudo isso acabou antes mesmo de começar direito.

O que disse a Globo

Em nota oficial, a emissora foi direta, sem rodeios:
Após análise das imagens da dinâmica do Big Fone, constatou-se que o participante colocou em risco a integridade física de Jonas e, seguindo as regras, Paulo Augusto foi desclassificado”.

Durante a edição exibida na própria sexta-feira, o público pôde rever o momento exato do empurrão. Jonas cai, outros participantes se assustam, e o clima pesa imediatamente. Não foi só um “toque mais forte”, como alguns tentaram defender nas redes. A produção deixou claro que, naquele contexto, a atitude ultrapassou o limite do aceitável.

Clima pesado dentro da casa

Lá dentro, o reflexo foi quase imediato. Jonas, ainda abalado, desabafou no banheiro sobre o que chamou de truculência do colega. Visivelmente irritado, comentou que não esperava esse tipo de atitude em uma disputa que, apesar de intensa, deveria ser justa.

Paulo, antes de ser chamado ao confessionário, chegou a pedir desculpas e disse que não teve intenção de machucar. Em conversa com Juliano Floss, demonstrou preocupação com o que poderia acontecer:
“Eu fui tentar conversar com ele e ele disse que quer ver as imagens”, afirmou, num tom de quem já previa que a situação não acabaria bem.

E não acabou.

Repercussão fora da casa

Nas redes sociais, o público ficou dividido. Enquanto uma parte considerou a expulsão correta e necessária, outros acharam a punição exagerada. “BBB não é ringue”, escreveu um internauta. Já outro comentou: “Se passar pano agora, vira bagunça depois”.

O fato é que o BBB 26 mostra, mais uma vez, que o jogo pode até ser quente, mas violência — mesmo que em fração de segundos — continua sendo linha vermelha. E quando essa linha é cruzada, não tem VT que salve.



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