Quase 30 anos depois da tragédia que tirou do mapa os meninos do Mamonas Assassinas, o nome de Valéria Zoppello ainda provoca um certo aperto no peito de muita gente. Pra quem viveu os anos 90 — ou pelo menos ouviu falar — é impossível não lembrar do furacão que foi a banda liderada por Dinho. E, junto com ele, vinha sempre a imagem da namorada jovem, discreta, que acabou ficando marcada na memória coletiva como “a viúva eterna”.
Mas a vida, como todo mundo sabe, não para. E Valéria também não parou.