Mistério e Revelações na Morte da Policial Gisele Alves Santana
A morte da policial militar Gisele Alves Santana, que foi encontrada em sua residência com um tiro na cabeça no dia 18 de fevereiro, trouxe à tona uma série de questões intrigantes. O laudo necroscópico, que foi divulgado após a exumação do corpo no dia 6 de março, revelou lesões no pescoço e no rosto da vítima, indicando que Gisele pode ter desmaiado pouco antes de ser baleada. Esses detalhes levantam um véu de mistério e fazem com que a investigação se aprofunde em aspectos que vão muito além do que parece à primeira vista.
Lesões e Sinais de Luta
Segundo o laudo, as lesões foram causadas por “pressão digital e escoriação compatível com marcas de unha”. Isso sugere que houve uma luta antes do disparo fatal, o que contraria a primeira versão que indicava suicídio. Gisele, de 32 anos, foi encontrada em seu apartamento localizado no Brás, uma área central de São Paulo, onde vivia com seu marido, o tenente-coronel da PM, Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos.