Ex-BBB revela dor após perder filhos gêmeos e emociona o Brasil

Amanda Djehdian, que muita gente lembra lá do BBBB 15, apareceu nas redes sociais nesta sexta-feira (20) pra abrir o coração de um jeito bem sincero, quase cru mesmo. Sem muito filtro, sabe? A ex-participante falou sobre o luto que vem enfrentando depois de perder os filhos gêmeos que estava esperando com o marido, Mateus Hoffmann. E olha… não é um relato fácil de ler.

Nos Stories, Amanda contou um pouco do que tem sentido nesses últimos dias. Segundo ela, o luto de uma mãe que perde um filho é algo extremamente solitário. E isso chama atenção, porque muita gente acha que com o tempo a dor vai diminuindo ou que o apoio continua igual… mas não é bem assim.

Ela desabafou que, depois de algumas semanas, as pessoas simplesmente param de perguntar como você está. E isso pesa. “Em 20 dias posso dizer que a gente não esquece, e também não sabe lidar… talvez nem em 20 anos”, escreveu. É uma fala forte, direta, e que mostra o tamanho da ferida que ainda tá aberta.

Ao mesmo tempo, Amanda tenta se manter de pé. Dá pra perceber isso no jeito que ela escreve, meio entre a dor e a tentativa de seguir. Ela comentou que, mesmo sem entender direito de onde vem, é preciso encontrar forças pra continuar vivendo. E isso, segundo ela, é quase uma obrigação, porque o mundo não para — a vida das outras pessoas segue normalmente.

E nesse ponto, ela fez questão de destacar algo importante: o apoio da família. Principalmente do marido, Mateus. Em meio a tudo isso, ela deixou uma mensagem bem bonita pra ele, quase como um agradecimento público. Disse que com ele nunca vai se sentir sozinha, o que mostra o quanto essa parceria tem sido essencial nesse momento complicado.

Vale lembrar que a perda dos bebês foi anunciada no dia 8 de março, justamente no Dia Internacional da Mulher. A coincidência da data deixou tudo ainda mais simbólico, e até mais dolorido de certa forma. Muita gente nas redes comentou sobre isso na época, inclusive.

Dias depois, mais precisamente no dia 13, Amanda voltou a falar sobre o assunto — mas dessa vez com foco no marido. Ela quis trazer um outro olhar, que nem sempre ganha destaque: o do pai que também sofre. Segundo ela, enquanto muita gente fala da dor da mãe, existe um homem ali do lado tentando ser forte, mesmo destruído por dentro.

No texto que escreveu pra Mateus, ela reconheceu isso. Disse que ele segura a própria dor pra poder apoiar ela, pra estar presente, firme. E chamou ele de um pai incrível, mesmo sem os filhos estarem ali fisicamente. Foi uma declaração que mexeu bastante com quem acompanhou.

Junto com a mensagem, Amanda postou um vídeo com momentos dos dois, cenas simples, mas cheias de significado. Coisas do dia a dia, sorrisos, abraços… aquele tipo de registro que ganha outro peso depois de tudo o que aconteceu.

Esse tipo de relato tem aparecido mais hoje em dia, principalmente nas redes sociais, onde as pessoas acabam dividindo dores que antes ficavam muito guardadas. E isso ajuda outras mulheres que passam por situações parecidas a se sentirem menos sozinhas — mesmo que a dor continue ali.

No fim das contas, o que fica é isso: um relato real, imperfeito, cheio de sentimentos misturados. Amanda não tentou parecer forte o tempo todo, nem esconder o sofrimento. E talvez seja justamente isso que torna tudo mais humano, mais próximo de quem lê.

Porque a verdade é que não existe um manual pra lidar com perdas assim. Cada pessoa enfrenta do seu jeito… no seu tempo… e, às vezes, errando até na forma de tentar seguir em frente.



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