Olha, se tem uma coisa que nunca muda no Brasil em ano de eleição é isso: aparece famoso querendo entrar na política. Já virou quase tradição, tipo Copa do Mundo ou Carnaval. E agora em 2026 não tá sendo diferente não. Nas últimas semanas, vários nomes conhecidos começaram a dar sinais — alguns mais discretos, outros já chegando com tudo — de que podem sim disputar uma vaga nas urnas em outubro.
Mesmo quando a pessoa não fala com todas as letras “sou candidato”, a tal da filiação partidária acaba entregando muita coisa, né? E foi exatamente isso que aconteceu recentemente. Teve uma movimentação até que intensa, principalmente entre artistas, apresentadores e ex-jogadores de futebol.
Um dos nomes que chamou atenção foi o da atriz e influenciadora Antonia Fontenelle, que decidiu se filiar ao PSDB. O anúncio rolou nas redes sociais do partido, com direito a vídeo e tudo. Ela apareceu ao lado de lideranças e falou sobre esse momento como parte de uma reconstrução da sigla. No estilo dela, direto, Antonia comentou que o Brasil já não aguenta mais essa briga constante entre extremos políticos. Quem acompanha o canal dela no YouTube sabe que ela gosta de opinar, então não surpreende muito.
Seguindo uma linha parecida, a cantora gospel Cristina Mel também entrou no PSDB. O anúncio veio no fim de março e deixou no ar aquela dúvida: será que ela vai ser candidata mesmo? Se for, já vai ser a quarta vez tentando um cargo político. Ou seja, não é exatamente novata nesse meio.
Agora, um nome que pegou muita gente de surpresa foi o de Silvia Abravanel, filha do Silvio Santos. Ela se filiou ao PSD num evento em São Paulo, daqueles bem organizados, com presença de lideranças e militantes. E detalhe: o marido dela, o cantor Gustavo Moura, também entrou no partido. Nos bastidores já se comenta que Silvia deve tentar uma vaga como deputada federal. Vamos ver se o público do SBT vai acompanhar ela também na política, né?
Falando em surpresa, o ex-jogador Edmundo também resolveu entrar no jogo — mas agora fora dos gramados. Ele se filiou ao PSDB no Rio e disse que quer representar o Vasco na política. É uma fala que mistura paixão com estratégia, talvez. Não seria o primeiro jogador a tentar esse caminho.
Outro atacante famoso, o Luís Fabiano, também apareceu nessa lista. Ele se filiou ao MDB em São Paulo, com presença de nomes fortes do partido. Mas, até agora, ninguém confirmou se ele vai disputar alguma coisa em 2026. Pode ser só um teste de terreno… ou não.
No mundo fitness, quem entrou na política foi Gracyanne Barbosa. Ela se filiou ao Republicanos e já deixou claro que tem interesse em disputar uma vaga. Segundo ela, a decisão tem muito a ver com valores pessoais e com tudo que ela sempre defendeu: disciplina, foco e esporte. É um discurso bem alinhado com a imagem que ela construiu nas redes.
Outra que também decidiu dar esse passo foi a socialite Val Marchiori. E, olha, no caso dela, o motivo foi bem mais pessoal. Ela falou abertamente sobre a luta contra o câncer e como isso mudou a forma de enxergar a vida. Disse que quer lutar por outras mulheres que enfrentam dificuldades no sistema de saúde. É aquele tipo de história que pode conectar com muita gente.
Já o ator Dado Dolabella teve uma passagem relâmpago. Ele chegou a se filiar ao MDB, mas a coisa não durou muito. A repercussão foi negativa, principalmente por causa de questões do passado envolvendo acusações de violência doméstica. Resultado: a filiação foi cancelada poucos dias depois. Política também tem dessas, a pressão é grande.
E pra fechar, tem o ator Mario Gomes, que já é praticamente veterano nesse tipo de tentativa. Ele assumiu um cargo simbólico num partido em formação chamado Direita Brasil. O problema é que a legenda corre contra o tempo pra se regularizar na Justiça Eleitoral. Se não conseguir, fica de fora da eleição — simples assim.
No fim das contas, o cenário ainda tá meio indefinido, mas uma coisa é certa: a mistura entre fama e política continua firme. E, pelo visto, vai render bastante assunto até outubro.