Mãe de ex-miss morta expõe conversa chocante com o genro

A morte da ex-miss mexicana Carolina Flores Gómez, de apenas 27 anos, ainda tá dando o que falar — e não é pouco. O caso, que já começou chocante, vai ficando cada vez mais confuso conforme novos detalhes aparecem. A jovem foi encontrada sem vida dentro de um apartamento no bairro de Polanco, na Cidade do México, depois de levar vários tiros. E o mais assustador: quem teria puxado o gatilho foi a própria sogra.

Olha… só isso já seria suficiente pra causar revolta, mas a história não para por aí.

Em uma entrevista ao programa “¡Siéntese Quien Pueda!”, exibido pela Univision na última quarta-feira (22), a mãe da vítima, Reyna Gómez Molina, resolveu abrir o coração e contou uma conversa que teve com o genro, Alejandro Sánchez, poucas horas depois do crime. E o que ela revelou levanta ainda mais dúvidas sobre tudo o que aconteceu naquele dia.

Segundo Reyna, ela nem ficou sabendo da morte da filha na hora. Na verdade, só foi informada no dia seguinte ao assassinato, que aconteceu em 15 de abril. Quem entrou em contato foi o próprio Alejandro, já no dia 16, por volta das 13h35. Esse detalhe, inclusive, chamou atenção — porque muita gente começou a se perguntar: por que demoraram tanto pra avisar?

De acordo com o genro, o atraso teria sido por causa do filho do casal, um bebê de apenas 8 meses. Ele disse que ficou preocupado com a criança, com medo de que o menino ficasse sozinho caso ele fosse preso. “Ele falou que pensou no bebê”, contou Reyna, ainda visivelmente abalada. Só que, convenhamos… isso não explica tudo, né?

A conversa entre os dois ficou ainda mais pesada quando Reyna começou a perguntar sobre a cena do crime. Dá até um aperto ler. “Eu perguntei se a Carol estava jogada ali… como ele conseguiu ficar tanto tempo com ela daquele jeito?”, relatou a mãe. A resposta, segundo ela, foi direta: Alejandro disse que estava na promotoria e confirmou que a própria mãe dele havia atirado em Carolina.

É difícil até imaginar uma situação dessas. Parece coisa de filme, mas infelizmente é real.

Reyna também comentou que existiam desentendimentos entre a filha e a sogra. Nada que, a princípio, fosse fora do comum — aquelas brigas do dia a dia, sabe? Segundo ela, eram coisas simples, tipo críticas sobre a rotina doméstica. Um dos pontos de atrito seria o fato de Carolina não cozinhar para o marido, o que gerava comentários e incômodos.

Mesmo assim, ninguém da família imaginava que isso poderia escalar pra um nível tão extremo. E talvez esse seja o ponto mais assustador da história: como conflitos considerados “normais” podem, em alguns casos, acabar em tragédia.

O caso segue sendo investigado, e a cada nova informação surgem mais perguntas do que respostas. O que realmente aconteceu dentro daquele apartamento? Por que a comunicação foi tão demorada? E até que ponto esses conflitos familiares influenciaram no desfecho?

Enquanto isso, a dor da família só aumenta. Reyna, como qualquer mãe, tenta entender o que aconteceu com a filha, mas também parece perdida no meio de tantas versões e lacunas.

Histórias assim acabam mexendo com todo mundo, até com quem vê de longe. Porque no fim das contas, fica aquela sensação estranha de que algo poderia ter sido evitado… ou pelo menos percebido antes.

Mas agora, infelizmente, já é tarde.



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