INSS confirma pagamento da 2ª parcela do 13º e surpreende beneficiários em 2026

Olha, pra quem depende do dinheiro do INSS, qualquer mudança no calendário já vira assunto sério — e em 2026 não foi diferente. O famoso 13º salário acabou vindo antes do esperado, o que pegou muita gente até meio de surpresa. Neste ano, os pagamentos começaram no dia 24 de abril e seguem até 8 de junho, uma antecipação que, na prática, dá um certo alívio no bolso, ainda mais num cenário econômico que anda meio apertado pra muita gente.

Segundo dados divulgados pelo portal GOV.BR, essa medida vai colocar uma bolada de aproximadamente R$ 78 bilhões pra circular na economia. Só na primeira parcela, paga em abril, foram cerca de R$ 39 bilhões. A segunda, prevista para maio, injeta mais ou menos o mesmo valor. Ou seja, é dinheiro girando, comércio respirando e muita família conseguindo organizar melhor as contas — ou pelo menos tentando, né.

O pagamento começou oficialmente na última sexta-feira, dia 24 de abril, beneficiando mais de 35 milhões de segurados. Não é pouca gente. E como já virou tradição, o valor é dividido em duas parcelas. A primeira chega junto com o benefício mensal entre abril e maio, e a segunda vem logo depois, entre maio e junho. Tudo segue aquele esquema do número final do NIS, que muita gente já conhece, mas sempre tem quem fique confuso na hora de conferir.

Falando nisso, uma dúvida bem comum é sobre quando exatamente cai a segunda parcela. De acordo com o próprio GOV.BR, os depósitos começam no dia 25 de maio e vão até 8 de junho. Vale lembrar que o número considerado é o final do cartão de benefício, sem aquele dígito depois do traço — detalhe pequeno, mas que já causou erro pra muita gente na hora de olhar o calendário.

Agora, nem todo mundo entra nessa lista de quem recebe o 13º. O governo deixou claro que têm direito aqueles que, ao longo de 2026, receberam benefícios como aposentadoria, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, salário-maternidade, pensão por morte ou até auxílio-reclusão. Ou seja, é voltado mesmo pra quem está dentro do sistema previdenciário.

Por outro lado, quem recebe o BPC (Benefício de Prestação Continuada) ou a chamada Renda Mensal Vitalícia fica de fora. Isso acontece porque esses benefícios são considerados assistenciais, não previdenciários. Muita gente acha injusto, inclusive — e não é uma discussão nova, viu? Sempre volta esse debate, principalmente nas redes sociais, onde o assunto costuma render bastante.

Outro ponto importante é que quem começou a receber algum benefício depois do início do ano não leva o valor cheio. Nesses casos, o pagamento é proporcional ao tempo que a pessoa teve direito. Parece meio óbvio, mas também é algo que gera dúvidas, principalmente entre novos beneficiários.

No fim das contas, essa antecipação do 13º funciona quase como uma estratégia do governo pra movimentar a economia e dar um respiro pra população. Em tempos de inflação ainda pesando no supermercado e contas que não param de subir, qualquer entrada extra faz diferença. Tem gente que usa pra pagar dívida, outros pra comprar o básico… e tem também quem tente guardar — embora, convenhamos, isso esteja cada vez mais difícil.

De qualquer forma, o calendário já tá rodando, e o melhor a fazer agora é ficar atento às datas pra não perder o controle. Porque quando o dinheiro entra, ele costuma sair rápido também.



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