Brasileira condenada a mais de 260 anos de prisão é transferida para Cuiabá

A Transferência de Angélica Saraiva: O Caso que Chocou Mato Grosso

No último dia 20, a Polícia Civil de Mato Grosso fez uma transferência que chamou a atenção de muitos: Angélica Saraiva de Sá, mais conhecida como “Angeliquinha”, foi movida para um regime mais rigoroso. Essa medida, que se insere no contexto do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), visa garantir que sua influência dentro de uma organização criminosa seja minimizada.

Angélica não é uma detenta qualquer; ela foi condenada a mais de 260 anos de prisão, o que a coloca como uma das figuras mais proeminentes no mundo do crime na região. O RDD, que impõe severas restrições, como celas individuais e visitas limitadas, é uma resposta à sua notoriedade como líder de uma facção criminosa. O juiz responsável pela decisão, Anderson Clayton Dias Batista, da 5ª Vara Criminal de Sinop, acredita que essa mudança é essencial para evitar que Angélica continue a comandar atividades ilícitas de dentro da prisão e, claro, prevenir novas tentativas de fuga.

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