A possibilidade de uma interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras voltou a ganhar força diante da aproximação entre integrantes do governo de Donald Trump e nomes ligados ao bolsonarismo. Para críticos da política externa norte-americana, os movimentos recentes vão além de simples “tensões diplomáticas” e podem ter impacto direto na disputa eleitoral brasileira.
Um dos principais pontos dessa discussão envolve Flávio Bolsonaro. O senador e pré-candidato do PL esteve nos Estados Unidos em maio e teve encontros com Trump, Marco Rubio, secretário de Estado, e JD Vance, vice-presidente norte-americano. Durante a viagem, Flávio defendeu que o Comando Vermelho e o PCC fossem classificados pelos Estados Unidos como organizações terroristas.